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Para quem responde pela operação

Trocar de TMS sem parar a operação

A troca acontece com os dois sistemas no ar. O antigo só é desligado depois que a emissão sai correta no novo.

AS DUAS LINHAS sistema atual desligado sistema novo configuração, emissão real, treinamento os dois no ar 1ª emissão real desligamento período de convivência
Não existe um dia da virada. Existe um período em que os dois convivem, e ele termina quando a emissão já rodou um ciclo inteiro no sistema novo.
600+transportadoras clientes
23dos 27 estados, e as cinco regiões
22anos de mercado

O que é migrar de TMS?

Trocar de TMS é migrar cadastro, certificado digital, séries de numeração e regras fiscais de um sistema para outro, mantendo a emissão funcionando durante a virada.

O que derruba uma migração raramente é a parte técnica. É a equipe: o operador que já sabia emitir num sistema e volta a errar no outro, o coordenador que perde a referência de onde clicar, o faturista que descobre na virada do mês que o relatório mudou de nome. Planejar a troca é planejar isso, não o banco de dados.

Em quatro movimentos

Como trocar de TMS sem parar a operação?

Antes de migrar

Limpar

Duplicidade de cliente, CNPJ errado e cadastro morto saem antes da carga. É o trabalho mais chato do projeto e o que mais decide o resultado.

Com o atual no ar

Configurar

Certificado, séries, regras fiscais e as tabelas de frete entram no novo enquanto a operação segue emitindo no atual. Ninguém depende de um fim de semana.

Volume pequeno

Emitir de verdade

Uma filial, um cliente, um tipo de documento. A primeira emissão real mostra em uma tarde o que nenhum teste mostra em uma semana.

Por último

Treinar e desligar

Emissão aprende emissão, financeiro aprende faturamento de frete. O antigo sai quando a emissão já rodou um ciclo inteiro no novo.

Quem sente a troca

A conversa é entre gestores. Quem vive a virada é outra pessoa

O operador de emissão

Emitia trinta conhecimentos por hora sem pensar. Na primeira semana emite doze e erra dois. Não é falta de capacidade, é perda de automatismo, e leva algumas semanas para voltar.

Ajuda: emitir de verdade cedo, em volume pequeno, com alguém do lado.

O coordenador

Responde por prazo e por erro, e durante a virada os dois pioram ao mesmo tempo. Se ninguém avisar que isso vai acontecer, ele conclui que o sistema novo é pior, e a conclusão dele vira a da operação.

Ajuda: combinar antes como o desempenho será medido nesse período.

O faturista

Descobre a troca no fechamento, quando o relatório que usava há anos aparece com outro nome. É o mais esquecido no treinamento e o que grita mais alto quando o mês vira.

Ajuda: rodar um fechamento de teste com dados do mês corrente.

O que dá errado

Por que uma migração de TMS dá errado?

Migrar cadastro sujo

Dez anos de duplicidade entram no sistema novo como estão, e o problema atravessa a troca inteira com a fama de que o novo sistema está errado.

Treinar todo mundo em tudo

Uma apresentação de três horas para a empresa inteira produz zero aprendizado e muita ansiedade. O operador de emissão não precisa saber conciliar.

Desligar o antigo cedo demais

Geralmente por causa da data de vencimento do contrato. Aí a virada acontece num dia escolhido pelo fornecedor anterior, não pela operação.

Quando não vale trocar: se o problema é cadastro mal feito ou processo que ninguém padronizou, o sistema novo reproduz os dois com uma interface diferente. Vale arrumar isso primeiro, mesmo que o fornecedor atual não ajude. E se a dúvida é se a operação já tem porte para sustentar um sistema, o corte não é de tamanho: está descrito em transportadora pequena precisa de TMS.

Grupo de trabalhadores de armazém em coletes refletivos reunidos em volta de uma prancheta, conferindo um documento
A virada acontece com essas pessoas. É por elas que o cronograma deveria ser montado.

Use contra nós também

Cinco perguntas para fazer a qualquer fornecedor, inclusive à Brudam

Todas têm resposta objetiva. Fornecedor que enrola em duas já respondeu a terceira, e você economizou seis meses.

Ver o que forma o preço de um TMS
  • Em que momento o meu sistema atual é desligado, e quem decide isso?
  • Quem limpa o cadastro antes da carga, vocês ou nós?
  • Quando sai a primeira emissão real, e em qual volume?
  • O treinamento é por função ou é uma apresentação para todo mundo?
  • O que acontece se a virada der errado no fechamento do mês?

Onde a Brudam entra

O desligamento é decisão da operação, não do calendário

Na Brudam a implantação roda com o sistema anterior ainda ligado. O treinamento é montado por função de quem vai usar, não por menu do sistema.

São mais de 700 transportadoras clientes, em 23 dos 27 estados e nas cinco regiões do país. Quem opera rodoviário e aéreo migra os dois para o mesmo lugar, com um cadastro de cliente só.

Nenhum prazo é prometido nesta página. Prazo de migração depende do estado do seu cadastro, e quem promete número antes de olhar não olhou.

Antes de avisar o fornecedor

O que exigir do fornecedor atual antes de trocar de TMS

A conversa com o fornecedor que fica para trás costuma acontecer tarde, depois que o contrato novo já foi assinado. Nesse ponto a transportadora abriu mão da única alavanca que tinha: ainda estar pagando.

Peça por escrito, e antes de comunicar a saída:

  • Os XMLs de todos os documentos emitidos — CT-e, MDF-e, NFS-e — no arquivo original, não em PDF nem em relatório.
  • A base de cadastros em formato aberto (CSV ou equivalente): clientes, remetentes, destinatários, tabelas de frete, veículos e motoristas.
  • Os títulos financeiros em aberto, com a composição de cada um, e não só o saldo.
  • Por quanto tempo o acesso ao sistema antigo continua disponível depois do desligamento, e a que custo.
  • Quem responde pela entrega desses arquivos, com nome e prazo.

Guardar o XML não é preferência de arquivo. O Código Tributário Nacional manda conservar os documentos que dão suporte à escrituração até que os créditos tributários prescrevam (art. 195, parágrafo único), e o prazo para a Fazenda constituir o crédito é de cinco anos (art. 173, I). Se o histórico fica trancado no sistema de quem você deixou, a obrigação continua sendo sua.

A Brudam responde a essas mesmas perguntas quando é ela quem está sendo substituída. Fornecedor que dificulta a saída está dizendo o que pensa da própria retenção.

Perguntas frequentes

O fornecedor atual é obrigado a devolver meus dados?

A obrigação de conservar os documentos fiscais é da transportadora: o Código Tributário Nacional manda guardá-los até a prescrição dos créditos tributários (art. 195, parágrafo único), dentro do prazo de cinco anos do art. 173, I. O formato e o prazo de entrega dos arquivos, esses dependem do contrato com o fornecedor. Por isso vale ler essa cláusula antes de assinar e pedir os XMLs e os cadastros antes de comunicar a saída.

Trocar de TMS vai parar a operação?

Não deveria. A migração acontece com os dois sistemas no ar, e o antigo só é desligado depois que a emissão está rodando no novo. O risco real está no treinamento da equipe, não na virada técnica.

Quanto tempo leva uma migração de TMS?

Depende do volume de cadastro a migrar, de quantos tipos de documento a empresa emite e de quantas integrações existem. A pergunta mais útil é quando sai a primeira emissão correta no sistema novo com o antigo ainda ligado.

O que acontece com o histórico do sistema antigo?

Os documentos já emitidos continuam válidos e guardados, e a obrigação de guarda fiscal segue valendo independentemente do sistema. O que se migra são cadastros, saldos e regras, não o passado.

E o certificado digital e as séries de numeração?

São dos primeiros itens a configurar, junto com o CNPJ e as inscrições. A numeração continua de onde parou, sem reiniciar.

Minha equipe vai conseguir usar?

É o risco que derruba mais implantação de TMS do que qualquer limitação técnica, e por isso o treinamento é por função. O operador aprende emissão, o financeiro aprende faturamento.

Dá para migrar só uma parte primeiro?

Dá, e costuma ser o melhor caminho: começar pela emissão fiscal, que é o que dói, e trazer financeiro, rastreamento e portal do cliente depois.

Antes de assinar com qualquer um

Cinco perguntas com resposta objetiva

  1. Em que momento o meu sistema atual é desligado, e quem decide isso?
  2. Quem limpa o cadastro antes da carga, vocês ou nós?
  3. Quando sai a primeira emissão real, e em qual volume?
  4. O treinamento é por função ou é uma apresentação para todo mundo?
  5. O que acontece se a virada der errado no fechamento do mês?

Se quiser ouvir as nossas respostas com o seu cadastro na frente, é uma conversa, não uma demonstração.

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