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Ir para o conteúdoPara quem assina o contrato
Não existe preço de tabela, e quem publica um número redondo está cobrando por outra coisa. Mas você tem direito de saber o que faz o preço subir antes de falar com um vendedor.
Um sistema TMS é cobrado por assinatura mensal, formada por seis variáveis: quantas pessoas usam, quantos documentos a transportadora emite por mês, o que precisa ser migrado, quanto treinamento a equipe exige, quais integrações já existem e quanto a operação gasta hoje. Por isso ninguém sério publica número de tabela.
Vale ser honesto sobre isso, porque a ausência de preço irrita quem está pesquisando.
Publicar mensalidade transforma a decisão numa comparação de número, e nessa comparação todos os sistemas parecem iguais. Vence o mais barato, o comprador leva o mais barato para dentro, e descobre no terceiro mês que o que faltava não estava no preço. Não é generosidade que segura o número, é que ele engana.
Uma transportadora com quatro operadores que emite 800 CT-e por mês e uma com trinta operadores que emite 12 mil não compram o mesmo produto, mesmo comprando o mesmo sistema.
O que forma o preço
Quase todo TMS cobra por usuário nomeado. Conte quem precisa de acesso: emissão, faturamento, expedição, comercial, gestão. Motorista costuma entrar por aplicativo, com regra diferente, e vale perguntar isso explicitamente.
CT-e, CT-e OS, MDF-e, NFS-e, AWB. É o que mais mexe no preço depois do número de usuários, e a informação que quase ninguém tem na ponta da língua. Puxe os últimos três meses; a média de um mês fraco distorce a conta.
Cadastro de clientes, tabelas de frete, saldos, integrações com contabilidade, rastreador e marketplace. Migração é projeto e costuma ser cobrada uma vez. Base grande e suja custa mais que base grande e limpa.
Depende de quantas funções vão usar o sistema e de quão longe elas estão do que usam hoje. Uma equipe que sai de planilha precisa de mais horas que uma que sai de outro TMS. É o mais subestimado dos cinco, e o que decide se a implantação dá certo.
Contabilidade, rastreador, portal de embarcador, marketplace. Cada ponta é trabalho de projeto, e algumas cobram do outro lado também. Liste antes de pedir proposta.
Este é o item que muda a conta, e quase ninguém calcula. Some as horas semanais que a equipe gasta contornando o sistema atual: a planilha paralela que existe porque o relatório não sai, a digitação da mesma nota em dois lugares, a conferência manual do faturamento, o tempo de responder onde está a carga. Multiplique pelo custo da hora e por doze meses.
Esse número costuma ser maior que a diferença entre a proposta cara e a proposta barata que você está comparando. [PROVA?]: horas semanais de contorno medidas em cliente, a coletar em entrevista.
Com a proposta na mão
Relatório novo, integração nova, usuário adicional e suporte fora do horário são os quatro lugares onde a conta cresce depois da assinatura.
Crescer é o plano. Descobrir a regra de reajuste por volume depois de crescer é o problema.
A resposta a essa pergunta vale mais que dois dígitos de desconto, e é a única das três que você só descobre depois.
Leve estes números para a reunião
Com estes cinco na mão, as propostas passam a ser comparáveis entre si.
Ver como uma migração acontece na práticaOnde a Brudam entra
A Brudam monta o preço a partir desses itens. Isso custa uma reunião a mais. Em troca, você não descobre no terceiro mês que o plano de tabela não cobria o seu tipo de documento.
Uma transportadora que faz rodoviário e aéreo contrata um sistema, não dois. Isso muda a conta antes de qualquer negociação de mensalidade.
Depende de cinco itens: número de usuários, volume de documentos emitidos por mês, o que precisa ser migrado, o treinamento necessário e as integrações existentes. Duas transportadoras do mesmo porte podem ter preços diferentes se emitirem volumes diferentes.
Porque mensalidade isolada não descreve o custo. O mesmo número pode ser caro para quem emite pouco e barato para quem emite muito, e a comparação por preço de tabela esconde o que é cobrado à parte.
Costuma ser pelos dois, com peso diferente em cada fornecedor. Vale perguntar qual dos dois manda na sua faixa, porque isso define o que acontece com a fatura quando a operação crescer.
Na maioria dos casos sim, como projeto único, e o valor varia com o volume de cadastro a migrar e o número de integrações. Peça esse item separado na proposta.
Tem, e não pede cartão. Dá para ver o sistema funcionando antes de qualquer conversa sobre valor.
Vale se ele emitir tudo o que você emite, aguentar o seu volume de pico e atender quando parar. Fora isso, o desconto costuma ser cobrado depois, em hora de equipe.
Use o sistema com dados da sua operação e tire a sua conclusão.
Testar grátis Sem cartão e sem contato comercial obrigatório.Traga os cinco itens da lista acima e a proposta sai com base neles.
Pedir uma proposta A proposta vem com os itens separados, não num número fechado.Rascunho para avaliação, 30 de agosto de 2026. Não publicado. Kit visual conforme 00-marca/identidade-visual.md. Números conforme 00-marca/provas.md; os de expansão ficaram fora por dependerem de dedup. Conteúdo informativo: não substitui a norma nem orientação de profissional habilitado.