Para quem assina o contrato
Um TMS é cobrado em duas partes: uma mensalidade, que sobe com os usuários e com os documentos emitidos, e uma implantação paga uma vez, que depende do que será migrado e treinado. A conta que decide a compra é outra, e nenhum fornecedor faz por você: quanto a sua equipe gasta hoje contornando o sistema que já tem.
Quatro partes aparecem em quase toda proposta de sistema de gestão de transporte. Duas se pagam uma vez. As outras acompanham a operação, mês a mês.
| Parte | Quando se paga | O que faz o valor subir |
|---|---|---|
| Mensalidade | Todo mês | Usuários com acesso e documentos emitidos: CT-e, MDF-e, NFS-e |
| Implantação | Uma vez | Tamanho e estado do cadastro, tabelas de frete, saldos a migrar |
| Treinamento | Uma vez, às vezes em pacote de horas | Quantas funções vão usar e a distância entre o sistema novo e o processo de hoje |
| Integrações | Por projeto, algumas também por mês | Cada ponta ligada: contabilidade, rastreador, portal de embarcador, banco |
Uma transportadora com quatro operadores que emite 800 CT-e por mês e uma com trinta operadores que emite 12 mil não compram o mesmo produto, mesmo assinando o mesmo sistema. O número de uma não serve de referência para a outra.
Mensalidade publicada vira a régua da decisão, e nessa régua todos os sistemas parecem iguais. Vence o mais barato. Três meses depois, o comprador descobre que o documento que ele emite, a integração que ele usa ou o usuário a mais estavam fora do número.
A tabela pública não esconde o preço. Esconde o que ficou fora dele.
Quer a conta feita com o volume da sua operação, com cada parte separada?
Pedir uma propostaSão cinco variáveis. A etiqueta ao lado de cada uma diz em que parte da conta ela pesa.
Quase todo TMS cobra por usuário. Conte quem precisa de acesso, por função: emissão, faturamento, expedição, comercial, gestão. Motorista costuma entrar por aplicativo, com regra própria, e vale perguntar isso com todas as letras.
CT-e, CT-e OS, MDF-e, NFS-e, AWB. É a variável que mais oscila com a safra e com o fim de mês, e pouca gente tem o dado na ponta da língua. Puxe os três últimos meses: a média de um mês fraco distorce a proposta.
Cadastro de clientes, tabelas de frete, saldos, integrações com contabilidade, rastreador e marketplace. Migração é projeto e costuma ser cobrada uma vez. Base grande e suja custa mais que base grande e limpa.
Depende de quantas funções vão usar o sistema e de quão longe elas estão do que fazem hoje. Equipe que sai de planilha precisa de mais horas que equipe que sai de outro TMS. É o item mais subestimado dos cinco, e o que decide se a implantação pega.
Contabilidade, rastreador, portal de embarcador, marketplace. Cada ponta é trabalho de projeto, e algumas cobram do outro lado também. Liste antes de pedir proposta.
Quem já tem sistema paga por ele duas vezes. Uma na fatura do fornecedor. Outra nas horas que a equipe gasta dando a volta no que ele não faz, e essa segunda não chega em boleto, então ninguém soma.
Ela mora em lugares conhecidos:
Some as horas semanais de contorno de cada pessoa, multiplique pelo custo da hora e por 52 semanas. O exemplo abaixo usa números redondos, para você trocar pelos seus:
3 pessoas × 6 horas por semana × 52 semanas × R$ 35 a hora = R$ 32.760 por ano
Agora compare esse resultado com a diferença entre a proposta mais cara e a mais barata que estão na sua mesa. Se o contorno custar mais que essa diferença, a mensalidade deixou de ser a pergunta certa.
Entre no ambiente de demonstração e veja emissão, expedição e faturamento funcionando. O ambiente é compartilhado e usa dados fictícios.
Testar grátisSem cartão. O acesso chega por e-mail.Traga os cinco itens da lista acima e a proposta sai com base neles.
Pedir uma propostaA proposta vem com os itens separados, não num número fechado.Relatório novo, integração nova, usuário adicional e suporte fora do horário são os quatro lugares onde a conta cresce depois da assinatura.
Crescer é o plano. Descobrir a regra de reajuste por volume depois de crescer é o problema.
A resposta vale mais que dois dígitos de desconto, e é a única das três que você só confirma depois de assinar.

Com estes cinco dados na mão, as propostas passam a ser comparáveis entre si.
Ver como uma migração acontece na práticaA Brudam monta o preço a partir desses cinco itens e entrega a proposta com eles separados. Isso custa uma reunião a mais. Em troca, você não descobre no terceiro mês que o plano não cobria o seu tipo de documento.
Quem opera rodoviário e aéreo contrata um sistema, não dois: o mesmo cadastro, o mesmo cliente e o mesmo faturamento servem aos dois modais. Isso muda a conta antes de qualquer negociação de mensalidade. O que o sistema cobre, rotina por rotina, está na página do software TMS da Brudam.
Não há preço único. A conta tem uma mensalidade, que acompanha o número de usuários e de documentos emitidos por mês, e uma implantação paga uma vez, que depende do cadastro a migrar, do treinamento e das integrações. Duas transportadoras do mesmo porte pagam valores diferentes se emitirem volumes diferentes.
Porque a mensalidade isolada não descreve o custo. O mesmo número pode ser caro para quem emite pouco e barato para quem emite muito, e a comparação por preço de tabela esconde o que é cobrado à parte.
Costuma ser pelos dois, com peso diferente em cada fornecedor. Vale perguntar qual dos dois manda na sua faixa, porque isso define o que acontece com a fatura quando a operação crescer.
Na maioria dos casos sim, como projeto único, e o valor varia com o volume de cadastro a migrar e o número de integrações. Peça esse item separado na proposta.
Peça as duas com os mesmos cinco itens separados: usuários, faixa de documentos, migração, treinamento e integrações. Depois pergunte o que é cobrado à parte, como o valor muda quando o volume dobra e quem atende fora do horário comercial.
Vale se ele emitir tudo o que você emite, aguentar o seu volume de pico e atender quando parar. Fora isso, o desconto costuma ser cobrado depois, em hora de equipe.
Na Brudam, sim. Depois do cadastro, o acesso ao ambiente de demonstração chega por e-mail. O ambiente é compartilhado e usa dados fictícios, e o cadastro não pede cartão.
Conteúdo informativo sobre como as propostas de TMS costumam ser montadas. O valor de cada proposta depende da operação.
Teste o TMS da Brudam por dentro, sem custo
Fale com o comercial
no WhatsApp
Cadastro recebido
O acesso ao ambiente de demonstração vai para o seu e-mail.
Enquanto o acesso não chega