Quando as novas regras do CIOT entraram em vigor, a principal preocupação das transportadoras era entender o que mudava. Nesse contexto, lives, treinamentos e notícias ajudaram o setor a compreender as novas exigências e, principalmente, o impacto que elas teriam na operação.
Agora, semanas depois, o cenário é outro.
O CIOT na transportadora deixou de ser novidade e, cada vez mais, passou a fazer parte da rotina operacional das transportadoras. Dessa forma, o desafio deixou de ser apenas conhecer a regra. Sendo assim, o foco está em garantir que os processos da operação estejam alinhados para evitar retrabalho, inconsistências e atrasos que podem comprometer a produtividade.
Pensando nisso, reunimos cinco pontos que merecem uma revisão.

1. Revise os cadastros da operação de CIOT na transportadora
Grande parte das inconsistências começa antes mesmo da emissão do CIOT na transportadora.
Por isso, vale revisar se os cadastros de TAC, ETC, agentes e demais participantes da operação estão completos e atualizados. Informações incorretas ou desatualizadas podem gerar dificuldades durante a emissão e aumentar o tempo gasto com correções.
Além disso, manter os cadastros organizados facilita toda a operação e reduz o risco de retrabalho.
2. Verifique se o fluxo operacional foi atualizado
Com o novo cenário, muitas transportadoras precisaram adaptar a forma como trabalham. Por isso, se antes a emissão seguia um determinado fluxo, agora é importante confirmar se todos os envolvidos conhecem a nova sequência operacional e sabem exatamente em que momento o CIOT deve ser emitido.
Além disso, manter a equipe alinhada reduz a ocorrência de erros que podem impactar documentos posteriores e, consequentemente, comprometer a agilidade da operação.
3. Confira as parametrizações do sistema
Outro ponto que merece atenção é a configuração do sistema utilizado pela transportadora.
Parâmetros relacionados à emissão, usuários, regras operacionais e integrações devem ser revisados para garantir que o processo aconteça conforme as novas exigências.
Essa conferência evita que pequenas configurações acabem gerando problemas durante a rotina.
4. Reforce a conferência das informações da viagem
Dados como tipo de operação, participantes envolvidos, características da carga e demais informações da viagem passaram a ter ainda mais importância.
Por isso, revisar esses dados antes da emissão ajuda a reduzir inconsistências e evita retrabalho para a equipe operacional.
Quanto mais padronizado for esse processo, mais segura tende a ser a emissão.
5. Capacite continuamente a equipe
Se no início as dúvidas eram sobre a nova resolução, hoje elas estão relacionadas à operação do dia a dia.
Por isso, investir em treinamentos, materiais de apoio e reciclagens periódicas faz diferença para manter a equipe atualizada e preparada para lidar com novas situações.
Uma operação bem treinada tende a responder mais rapidamente às mudanças e reduzir erros que poderiam impactar a produtividade.
Adaptar processos é tão importante quanto entender a regra
Agora que ele já faz parte da rotina das transportadoras, revisar processos internos se tornou uma etapa importante para manter a operação organizada, reduzir retrabalho e garantir mais eficiência no dia a dia.
Além disso, contar com um sistema preparado para acompanhar essas mudanças também faz diferença. Nesse sentido, o Brudam TMS reúne recursos que ajudam a integrar a emissão do CIOT ao fluxo operacional da transportadora, oferecendo mais controle, agilidade e segurança para quem lida diariamente com essas operações.
Além disso, vale lembrar que a adaptação às novas regras não termina quando a legislação entra em vigor. Pelo contrário, ela acontece todos os dias, à medida que a operação evolui, os processos são aprimorados e a equipe se adapta às novas rotinas.
Por fim, se esse assunto ainda gera dúvidas na sua operação, esse vídeo é para você. Nele, mostramos o que mudou, esclarecemos as principais perguntas e explicamos como o Brudam TMS se adapta a esse novo cenário.


